• Laura Gris

Sexta a noite, a base de Chivas, refletindo sobre a vida…


* * *

Tenho amigos com a minha faixa etária e tenho amigos com diferença de 15 anos (pra menos!). Então, qual o conselho que você deve dar?

Quando se viveu quase metade da vida, se sabe muitas coisas… se entendeu muitas coisas… se viveu muitas coisas e se pode dar muitos conselhos. Os dei hoje (os conselhos). Mas que deveria os dar? Será que não deveria deixar cada um seguir sua intuição e viver seu momento?

Não sei… Eu gostaria que alguém tivesse me dito algumas coisas que aprendi sozinha. Ao mesmo tempo, queria ter vivido outras, que não vivi porque segui um ou outro conselho. A vida é uma coisa muito louca…

* * *

Aí, cá estou eu, escrevendo sobre o que não sei. Será que é esse o destino, o meu destino?

* * * O interessante é que hoje vivo o que amo. Amo minha vida, meu momento, com todas as minhas forças.

Alguns, que me conheceram em momentos anteriores, talvez duvidariam. Mas eu amo o que vivo e, obaaaaa!, vivo o que amo. Talvez esse seja o segredo da felicidade, não?

* * * As pessoas querem amar o perfeito. O sonho. O ideal. Genteeee! Helooooo! Isso não existe! O amor não é perfeito, não é ideal, não é aquilo que se sonhou. O amor é real. Mas não é instantâneo. Diferente da paixão, ele é cultivado, regado todos os dias e cultivado com adubos da paciência e da resiliência. Paixões? Tive muitas. Que, como fogo, se incendiaram, consumiram o combustível disponível, e se foram. Amor? Tenho um! Está ali, no quarto, dormindo. E, por isso, o amo. Porque amor independe de qualquer coisa. Ele, simplesmente, existe! =D

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