• Laura Gris

Questão de opinião, coragem (e um pouco de vergonha na cara)

Luciana Genro tirou o corpo fora, meio na tangente… Mas, ao mesmo tempo, apoiou claramente Dilma.

Uma postura bastante estranha de uma (ex)candidata tida como de opinião forte e decidida. Na hora da decisão afirma: “Eu não irei declarar o meu voto. O PSOL não apoia nenhuma candidatura“. Ao mesmo tempo, afirmou enfática “O PSOL, (…), em hipótese alguma darão algum voto ou qualquer tipo de apoio ao Aécio Neves. Nós não temos absoutamente nada em comum com Aécio Neves que representa esse retrocesso. Nós entendemos que é necessário, portanto, que o PSOL, a partir de se posicionar claramente contrário ao Aécio, mantenha a neutralidade, no sentido de liberar seus militantes, seus filiados, tanto para o voto nulo, voto branco, como para o voto em Dilma. Isso será uma decisão de cada um”.

É tudo uma questão de lógica. Tem dois candidatos; eu repudio um, logo, eu apoio o outro. Enfim, faltou a Luciana Genro a coragem de Eduardo Jorge e Pastor Everaldo em escolher um lado, uma posição e se responsabilizar por ela.


Mesmo discordando em (vários) pontos com a campanha de Aécio, os dois assumiram uma posição, justificaram sua escolha.


O Brasil não vai mudar nos próximos 4 anos, ganhe quem ganhar – #fato. Contudo, Eduardo Jorge e Everaldo deram uma lição de coragem e cidadania em apoiar a oposição mesmo quando todos os ventos indicavam o contrário. Luciana Genro se escondeu atrás da revolta dos votos brancos e nulos para não, declaradamente, apoiar um concorrente. E Marina, bom, ainda está decidindo decidir a quem apoiar. E, independente da sua escolha, ela pode sempre mudar de ideia, né? =)

E agora, … agora é esperar…

Bom segundo turno para você também!

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