• Laura Gris

Domingo é dia de ficar em casa

por Carla Rodrigues, em Nomínimo


Coisas simples assim. Num mundo cada vez mais impactado pela pressa e pela correria, é melhor sair para a fila daquele filme recém-lançado ou assistir a um velho documentário que está esperando por um tempo para ser visto? Desencavar velhos CDs na estante pode ser igualmente divertido, sobretudo se você acabou de comprar ou ganhar um tocador de mp3 e pode aproveitar para matar a saudade de algumas músicas prediletas.

De uma maneira geral, sábados e domingos são para mim dias de ficar em casa. E mesmo que eu não faça nada disso que a Letícia sugere, me parece melhor do que ter mais um dia igual aos de trabalho – hora para cumprir compromissos, mesmo que de lazer, obrigação de me arrumar, dirigir, estacionar, entrar na fila…Tudo isso eu já faço a semana inteira. É verdade que Letícia não prega apenas o lazer sem consumo, mas também a idéia de uma vida mais simples, menos pautada pelo que está fora, mais voltada para o que está dentro: de casa e de você mesmo.

Leio quase tudo me cai nas mãos sobre a filosofia da vida simples – inclusive uma revista com este nome. Por mais que eu goste muito da proposta, não consigo exatamente entender como colocá-la em prática. Aceitam-se sugestões.

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